A lua faz-me pensar em ti, sempre fez.
Num mundo paralelo eu sinto-me a cair em direção ao céu, admito que o meu ar foge as vezes, tal como todas as vezes que te vejo, mas o meu coração tem andado tão apertado, não amargo, só bem apertado prestes a fugir do meu peito, e eu não suporto, eu não suporto a dor. Não consigo suportar.
Tive-te, tenho-te, perdi-te?
Não sei em que ponto estamos, não sei se devia estar aqui, quero estar perto de ti, porque o que sou eu sem ti?..
Sinto que não tenho chão, que preciso ser salva, eu preciso de estar bem, preciso de estar em casa.
Não sei em que ponto estamos, não sei se devia estar aqui, quero estar perto de ti, porque o que sou eu sem ti?..
Sinto que não tenho chão, que preciso ser salva, eu preciso de estar bem, preciso de estar em casa.
Tu és a minha casa.
E o que é uma pessoa sem uma casa? É alguém que não tem teto, nem um chão seu, quem me vai proteger de todas as quedas e tempestades que estão por vir?
As minhas paredes desmoronaram-se e não sou nada mais do que uma pessoa frágil, uma pessoa com necessidade de pele e toque, um ser apaixonado..
Sei que nunca soube o que é dormir direito. Mas sei o que é dormir a milímetros do paraíso e do mundo inteiro, ter algo que acalma, que aquece o corpo a cama e a alma, alma essa tão tua, e sempre tua.
Não sei como me sentir, não sei como comer, como dormir, como me focar, é como aprender a andar de novo.
Há uns minutos no dia, nestes dias sem ti, em que realmente me consigo focar, ainda hoje, sentada num balcão enquanto os outros estavam deslumbrados com um brilho de umas luzes eu estava a pensar no brilho dos teus olhos, brilham mais do que todas essas luzes juntas, a Sara tinha uma camisa vermelha e como tu adoras vermelho, olhei para os meus pés e lembrei-me do quanto eles são pequeninos ao lado dos teus, foquei-me nos teus lábios, nos teus sinais e no quanto eu queria a tua pele na minha. E vem de novo aquele aperto no coração e o ar que foge.
As minhas paredes desmoronaram-se e não sou nada mais do que uma pessoa frágil, uma pessoa com necessidade de pele e toque, um ser apaixonado..
Sei que nunca soube o que é dormir direito. Mas sei o que é dormir a milímetros do paraíso e do mundo inteiro, ter algo que acalma, que aquece o corpo a cama e a alma, alma essa tão tua, e sempre tua.
Não sei como me sentir, não sei como comer, como dormir, como me focar, é como aprender a andar de novo.
Há uns minutos no dia, nestes dias sem ti, em que realmente me consigo focar, ainda hoje, sentada num balcão enquanto os outros estavam deslumbrados com um brilho de umas luzes eu estava a pensar no brilho dos teus olhos, brilham mais do que todas essas luzes juntas, a Sara tinha uma camisa vermelha e como tu adoras vermelho, olhei para os meus pés e lembrei-me do quanto eles são pequeninos ao lado dos teus, foquei-me nos teus lábios, nos teus sinais e no quanto eu queria a tua pele na minha. E vem de novo aquele aperto no coração e o ar que foge.
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